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Boa parte das grandes bandas de rock nacionais vêm se destacando por sua capacidade em saber ouvir e filtrar tudo que há de bom no rock atual e no antigo - numa época em que, graças ao advento do mp3 e ao grande fluxo de informações, tudo parece acontecer ao mesmo tempo na cabeça de vários jovens músicos. Há vários anos, não era possível mesclar determinadas referências sem estar "traindo" o rock - e sem estar entrando nas fileiras da MPB. Read more on Last.fm
Boa parte das grandes bandas de rock nacionais vêm se destacando por sua capacidade em saber ouvir e filtrar tudo que há de bom no rock atual e no antigo - numa época em que, graças ao advento do mp3 e ao grande fluxo de informações, tudo parece acontecer ao mesmo tempo na cabeça de vários jovens músicos. Há vários anos, não era possível mesclar determinadas referências sem estar "traindo" o rock - e sem estar entrando nas fileiras da MPB. Hoje, além das mudanças nesse quadro, o rock vem cada vez mais descobrindo que pode ser romântico sem ser banal, falar de relacionamentos sem soar distante do público roqueiro. A banda carioca grandprix vem como um fruto desse momento em que várias épocas se cruzam no rock - incluindo a batida meio dançante do new rock, o sentimento das canções dos anos 60, o romantismo de muita coisa feita no rock nacional dos 80 e até mesmo o tom contemplativo de muita coisa do Clube da Esquina.

Tem tudo isso no som do grandprix - cujo nome é assim mesmo, escrito em minúsculas, para não ser confundido com um homônimo portenho. Para o grupo, é importante se destacar pela originalidade - mas as influências são citadas de cara. "Ouvimos muito Wilco, Radiohead, coisas do Clube da Esquina, e o de sempre: Teenage Fanclub e Oasis", diz Luiz Alberto Moura, vocalista, guitarrista e compositor de todas as músicas. As seis canções de do novo ep ainda sem nome foram todas feitas de três anos para cá, movidas pelo desejo de evoluir dentro do rock nacional.

"A gente não queria mais o som da nossa primeira demo. Tinha muito do próprio Teenage Fanclub, que eu amo, mas não é mais o que eu quero fazer". “Amores, melodias e afins” já revelava uma banda bacana, preocupada em fazer boas melodias e de olho numa qualidade pop que agora fica cada vez mais clara para quem escuta o grupo. Para Luiz, a idéia do grupo no novo ep é "fazer algo que seja ainda pop, mas pensado e elaborado".

Quem escuta o CD não tem a menor dúvida. Isso transparece em músicas como a balada "Ainda bem", uma canção moderna, ágil e tranqüila, com clima sessentista dado por um sutil arranjo de metais e um resultado final que não tem nada a dever aos melhores nomes do nosso pop - sinal absoluto de que falar para guetos não é o desejo o grandprix. Um lado mais rock´n roll, por sua vez, toma conta de outro som romântico e ensolarado, "Três da manhã". Poderia ser uma canção do Cure, coisa na qual Luiz não apostaria.

"Duvido alguém ouvir grandprix e falar: ' isso aqui é igual a...’", provoca. De “Amores...” para cá, muita coisa mudou na banda.Luiz hoje está cercado pelos amigos Rodrigo Belmonte (baixo), Rafael Kaufmann (guitarra) e Pablo 'Cenora' Lins (teclados). Só não mudou a vontade de criar, evoluir, arriscar. "Queremos sempre nos trancar em estúdio e gravar, inventar, jogar coisa fora.

Nosso trato com a música vai além de combinar três acordes e colocar a galera para cantar junto", avisa o cantor do grandprix, prometendo que o pop do quinteto carioca irá sempre cada vez mais além. Ricardo Schott, jornalista Read more on Last.fm. User-contributed text is available under the Creative Commons By-SA License; additional terms may apply..
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