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João De Barro

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João de Barro (Carlos Alberto Ferreira Braga), compositor, cineasta, dublador e cantor, nasceu no Rio de Janeiro RJ (29/3/1907). Filho de um gerente da Fábrica de Tecidos Confiança, do bairro de Vila Isabel, Braguinha, como era chamado, cantava desde criança, acompanhado ao piano pela avó. Fez seus primeiros estudos em escola pública, de onde foi para o Colégio Santo Inácio, de padres jesuítas, e depois para o Colégio Batista, ali formando com os colegas um conjunto musical Read more on Last.fm
João de Barro (Carlos Alberto Ferreira Braga), compositor, cineasta, dublador e cantor, nasceu no Rio de Janeiro RJ (29/3/1907). Filho de um gerente da Fábrica de Tecidos Confiança, do bairro de Vila Isabel, Braguinha, como era chamado, cantava desde criança, acompanhado ao piano pela avó. Fez seus primeiros estudos em escola pública, de onde foi para o Colégio Santo Inácio, de padres jesuítas, e depois para o Colégio Batista, ali formando com os colegas um conjunto musical, o Flor do Tempo, inicialmente integrado por Violão(Henrique Brito), Alvinho (Álvaro Miranda Ribeiro) e mais dois colegas, sendo depois incluído Almirante (Henrique Foréis), que então era pandeirista e também morava em Vila Isabel. Com Henrique Brito, começou a aprender violão, instrumento que logo deixou. O conjunto Flor do Tempo passou a atuar em festas familiares e a realizar shows obtendo sucesso.

Ao se profissionalizar, o grupo alterou sua formação e nome, surgindo o Bando de Tangarás, ao qual aderiu outro morador de Vila Isabel, o jovem Noel Rosa. Para a primeira gravação do Bando, Braguinha adotou o pseudônimo de João de Barro, com o qual se tornaria conhecido. Após realizar várias gravações com o grupo, estreou em disco como solista em 1931, interpretando duas composições de Lamartine Babo, Cor de prata e Minha cabrocha. Logo depois, desistiu da carreira de cantor, já tendo estreado como compositor, com Dona Antonha, gravada por Almirante para o Carnaval de 1930, pela Parlophon.

Compunha assobiando a melodia, uma vez que não estudou música. Três anos depois de sua primeira composição, já fazia sucesso com as marchas Trem blindado e Moreninha da praia, também lançadas por Almirante para o Carnaval daquele ano, que o consagraram como um dos grandes compositores da música popular brasileira. Em 1934 obteve novos sucessos carnavalescos com as marchas Uma Andorinha não faz Verão e Linda lourinha (com Lamartine Babo), gravadas por Sílvio Caldas e Mário Reis, respectivamente. No ano seguinte, por intermédio do editor Vicente Mangione, conheceu Alberto Ribeiro, com quem compôs Deixa a lua sossegada, marchinha lançada ainda em 1935, que marcou o início de nova parceria responsável por uma longa série de sucessos. Em 1936, destacaram-se a marcha Linda Mimi, seguindo-se, em co-autoria com Alberto Ribeiro, as marchas Cadê Mimi, gravada por Mário Reis, Maria, acorda que é dia, interpretada em disco por Joel e Gaúcho, Pirata e Muito riso, pouco siso, gravadas por Dircinha Batista. No ano seguinte, ainda em parceria com Alberto Ribeiro, escreveu as marchas Por um ovo só, lançada por Almirante, e Minha terra tem palmeiras, gravada por Carmen Miranda. Uma das mais conhecidas composições da dupla foi a marchinha Touradas em Madri, que venceu o concurso carnavalesco de 1938, sendo depois desclassificada sob a alegação de tratar-se de ritmo estrangeiro.

Anulado o concurso, inscreveu-se para novo julgamento, vencendo com a marcha-rancho Pastorinhas, versão modificada de Linda pequena, composta anos antes com Noel Rosa. Ainda em 1938, compôs com Alberto Ribeiro a marcha Yes! Nós temos bananas..., de grande êxito naquele Carnaval, na gravação de Almirante, e feita em resposta ao fox norte-americano surgido no Brasil, Yes! We Have no Bananas (Frank Silver e Irving Cohn). Nesse ano ainda, casou com Astréia Rabelo Cantolino. Outros sucessos da dupla de compositores foram as marchas Sem banana e Marcha para o Oeste, gravadas por Carlos Galhardo, Menina do regimento, lançada por Aurora Miranda, e Pirulito, interpretada em disco por Nilton Paz, todas de 1939. Por essa época, assumiu a direção artística da gravadora Columbia. A partir de 1940, passou a realizar dublagens para os filmes norte-americanos de Walt Disney, além de escrever canções para discos de histórias infantis.

Ainda em 1939, compôs com Alcir Pires Vermelho as marchas Dona Rita e Dama das camélias, ambas gravadas por Francisco Alves, e a Dança do bole-bole, lançada por Carmen Barbosa, escrevendo ainda, com Alberto Ribeiro e Alcir Pires Vermelho, a marcha Quando a Violeta se casou, gravada pela mesma cantora. Em 1941 seu maior sucesso foi a marcha Quebra tudo (com Alberto Ribeiro), interpretada pelos Anjos do Inferno. Também com seu principal parceiro compôs, em 1943, as marchas China pau, gravada por Castro Barbosa, e Adolfito mata-mouros, sub-intitulada A los toros, lançada em disco por Orlando Silva. No mesmo ano a Columbia retirou sua representação, e ele assumiu a direção do selo Continental. Nessa marca foram lançadas diversas adaptações suas para histórias infantis, como Branca de Neve e os sete anões, em dois discos gravados em conjunto por Carlos Galhardo, Dalva de Oliveira e Os Trovadores, em fins de 1945; Chapeuzinho Vermelho, gravado em 1946, e Cantigas de roda, gravado em 1950, os três com músicas de Radamés Gnattali. Continuando a compor com Alberto Ribeiro, em 1946 seu samba Copacabana obteve grande sucesso com Dick Farney, e no ano seguinte escreveu Pirata da perna de pau, marcha gravada por Nuno Roland, e Anda Luzia, marcha interpretada em disco por Sílvio Caldas. Em 1948 lançou vários sucessos, como as marchas A mulata é a tal (com Antônio Almeida), gravada por Rui Rei, Tem gato na tuba (com Alberto Ribeiro), registrada em disco por Nuno Roland, e a marchinha O que que há?, lançada por Jorge Veiga e para a qual usou o pseudônimo de Furnarius Rufus.

Do ano seguinte são os êxitos Chiquita bacana (com Alberto Ribeiro}, talvez a mais popular composição da dupla, interpretada por Emilinha Borba, Serenata chinesa, gravada por Nuno Roland, Corsário (com Alberto Ribeiro), lançada pelo mesmo cantor, Legionário (com José Maria de Abreu), interpretada por Rui Rei, Vote!, que mulher bonita! (com Antônio Almeida), em gravação de Blecaute, O circo chegou (com Antônio Almeida e Alberto Ribeiro), lançada por Sílvio Caldas, além dos sambas Rosa tirana (com Alberto Ribeiro), gravada por Deo, e Tem marujo no samba, interpretada por Emilinha Borba e Nuno Roland. Em 1950; ainda diretor artístico da Continental, compôs a marcha Lancha nova (com Antônio Almeida), gravada por Nuno Roland e o Trio Melodia, e sete anos depois teve outro sucesso de Carnaval, Vai com jeito, marcha lançada por Emilinha Borba. Até a década de 1960 continuou compondo, tendo cerca de 500 músicas gravadas. Afastou-se da Continental em 1965, transferindo-se para a Todamérica, da qual é fundador. Sua carreira no cinema começa em 1935, quando ele e seu principal parceiro foram convidados por Mangione para colaborar no argumento, roteiro e direção, além de músicas, do filme Alô, alô, Brasil, cujo argumento é de autoria da dupla, que também o dirigiu ao lado de Wallace Downey. No mesmo ano fizeram o argumento de Estudantes (direção de Wallace Downey), em 1936, Alô, alô, Carnaval (direção de Ademar Gonzaga) e, no ano seguinte, com argumento seu, João Ninguém [direção de Mesquitinha).

Data de 1938 o Banana da terra (direção de J. Rui) e, do ano seguinte, Anastácio, filme que dirigiu, além de ter escrito o roteiro, com Moacir Fenelon. Dois anos depois fez as músicas para o Laranja da China, e em 1944, para Abacaxi azul, ambos dirigidos por J. Rui.Em 1952, escreveu com Alberto Ribeiro as canções para Beleza do diabo, de Romain Lessage, e em 1956, para Eva no Brasil, de Pierre Caron. Atuou no teatro em 1968, no show Yes, nós temos Braguinha, organizado por Sidney Miller e Paulo Afonso Grisolli, em cartaz no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro.

Em 1975 participou, ao lado de Elisete Cardoso, MPB-4 e Quarteto em Cy, do espetáculo O Rio amanheceu cantando, na inauguração do night-club Vivará, no Rio de Janeiro. Em 1976, seu repertório de histórias infantis atingiu a marca de 5 milhões de discos editados. No final dos anos de 1970, a história infantil Viveiro de pássaros foi gravada, sendo encenada no início da década de 1980 com grande sucesso, no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, por Grande Otelo e sua mulher, Josephine Hélène. Voltou a fazer grande sucesso em 1979, quando Gal Costa regravou sua composição de 1936, Balancê (com Alberto Ribeiro). Nessa época, compôs as marchinhas Funciona cocota (1977, com Jota Júnior), Bebê de proveta (1979), Pacote de mulher [1980) e Raminho de café (1981), além das marchas-rancho Saudosismo (1983) e Vaga-lume (1985, com César Costa Filho).

Em 1983 participou, junto com Miúcha e o conjunto Coisas Nossas, do show Viva Braguinha, sob direção de Ricardo Cravo Albin. Em 1985, o mesmo espetáculo seria encenado no Teatro Municipal, do Rio de Janeiro, por ocasião da entrega a ele do Prêmio Shell de Música Brasileira. Em 1984 participou do desfile carnavalesco da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, campeã desse ano, tendo-o como tema do samba-enredo. Ainda na década de 1980, Jairo Severiano escreveu sua biografia em Yes, nós temos Braguinha. Em 1996, Djavan lançou o CD Malásia, que incluía a música Sorri, versão que Braguinha fez em 1955 para Smile (Charles Chaplin, John Turner e Geoffrey Parsons). Fonte: www.brasilcultura.com.br Read more on Last.fm.

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