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DarkSunn - JPop.com
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DarkSunn

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Quando um instrumental sente que chegou à sua forma definitiva ele comunica justamente isso ao seu produtor. Por vezes, chega até a fornecer informação sobre os melhores arranjos, equalização e mistura para si mesmo. A linguagem que ele usa para transmitir tais ideias é um código severamente complexo e indecifrável aos ouvidos comuns. Além disso, é tão secreto que, não só é praticamente impossível encontrar informação sobre este fenónemo, como ainda é mais difícil entendê-lo ou traduzi-lo. Read more on Last.fm
Quando um instrumental sente que chegou à sua forma definitiva ele comunica justamente isso ao seu produtor. Por vezes, chega até a fornecer informação sobre os melhores arranjos, equalização e mistura para si mesmo. A linguagem que ele usa para transmitir tais ideias é um código severamente complexo e indecifrável aos ouvidos comuns. Além disso, é tão secreto que, não só é praticamente impossível encontrar informação sobre este fenónemo, como ainda é mais difícil entendê-lo ou traduzi-lo. A pouca documentação que existe sobre este tipo de comunicação diz-se ter sido passada de produtor em produtor, através de notas escritas, desenhos esquemáticos e outros pedaços de informação escondidos dentro de vinis das suas colecções pessoais, que, por perdas, extravios, furtos, ofertas e esquecimentos se fizeram passar de mão em mão. Alguns teorizam que, esta "passagem de mão em mão" é tudo menos aleatória ou acidental e que são os próprios discos contendo os fragmentos que descodificam a linguagem instrumental que se fazem transportar até ao escolhido para os receber, aquele que estará apto à sua compreensão e que merecerá esse privilégio. Talvez essa hipótese pareça absurda, mas tal aconteceu com DarkSunn.

Por volta de 1994, quando ainda era um iniciado na cultura Hip-Hop e estava fascinado com o domínio da técnica da escrita e da rima, recebeu um disco contendo uma dessas notas de descodificação. Nesse momento, sentiu-se intrigado mas decidiu ignorá-la, após algum tempo perdido a tentar desvendá-la. Infelizmente, hoje em dia,quando interrogado sobre a proveniência desse mesmo 12", ele diz não se lembrar exactamente. Pessoalmente, considero que possa estar a esconder essa informação por razões de protecção deste tão exclusivo clube de entendedores ou poderá não se recordar mesmo, como afirmam os defensores da hipótese da Passagem de Mão em Mão Selectiva, que defendem igualmente que estes discos lavam a memória do seu receptor quanto à forma como o receberam de forma a proteger o anonimato do seu remetente. Uma vez começando a produzir, por volta de 1997, começou a sentir uma inexplicável força que o atraía para essa actividade e que não deixava concentrar em mais nenhum aspecto da sua vida, como se algo exterior a ele o impulsionasse a descobrir algo naquele meio.

Um ano volvido, esse tal disco e o seu conteúdo reapareceram na memória de DarkSunn e desse ponto então, nunca consegui que ele me revelasse mais pormenor nenhum sobre o que figurava nessa nota ou como se deu essa percepção. A única coisa que consegui que ele me confidenciasse foi que o formato sobre o qual o instrumental chega ao ouvinte também não é decidido por si, mas sim igualmente comunicado pelas várias camadas de sons que o compõem. Disse-me que elas discutem entre si e concluem se necessitam, ou não, de convocar um vocalista para adicionar palavras à sua ideia. Acrescentou ainda que as secções de bateria quase sempre têm curiosidade sobre o que aconteceria à cadência de qualquer MC quando disparada sobre si,que os samples de Soul têm um feitio mais selectivo e que são muito precisos relativamente à pessoa que querem abordar e que as referências funk geralmente dispensam qualquer adição, gostando de protagonizar as partes mais fortes da música. Talvez seja por esta razão que DarkSunn escolhe permanecer relativamente incógnito, ao contrário do seu trabalho, porque nem todos os que desejam cantar numa das suas obras sonoras estão conscientes que ele não escolhe a quem atribuí o quê, mas apenas se esforça para satisfazer os pedidos requintados dos seus instrumentais. Excerto da reportagem "Hip-Hop: Independentes" publicada em revista Única, jornal Expresso, por Pedro Tavares, datada de 07/07/2077 Read more on Last.fm. User-contributed text is available under the Creative Commons By-SA License; additional terms may apply..

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